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    Você dedicou longas horas ao processo seletivo da Academia da Força Aérea e foi classificado! laughing Passou pelo Teste de Aptidão à Pilotagem Militar, fez o teste físico e realizou todos os exames médicos. Sobreviveu à saudade de casa durante o período de adaptação e finalmente está cursando o segundo ano do Curso de Formação de Oficiais Aviadores. Parabéns! cool Realmente, foi um longo caminho percorrido até aqui. Agora, é hora de dominar a aeronave T-25! Porém, mesmo que tenha imaginado esse momento por toda a sua vida, ainda existem certas informações que você não encontra numa pesquisa pela internet, não estão escritas em matérias do Portal da FAB e você não tem pra quem perguntar. Pensando em você, entrevistamos alguns cadetes e aviadores da Academia da Força Aérea para fazer a nossa lista das:

    9 COISAS QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE O PRIMEIRO VOO SOLO NA ACADEMIA DA FORÇA AÉREA

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    E aí, pessoal? Tudo certo nos estudos e exercícios físicos? Pelo título dá para pensar que a coisa é bem complicada. Parece, mas não é! As inscrições para o Estágio de Adaptação à Graduação de Sargentos (EAGS) já se encerraram cry, mas você pode se programar pro ano que vem! laughing As do Curso de Formação de Sargentos da Aeronáutica (CFS) encerram-se no dia 31 de março (ainda dá tempo de se inscrever!). Resolvemos dar uma ajudinha pra quem ainda está perdido e não sabe qual desses exames de admissão prestar! Além disso, dia 25 de março comemoramos o dia do Especialista de Aeronáutica! Então, tudo conspira para que esse post seja de grande ajuda, né? hehe tongue-out Esperamos corresponder às expectativas e ajudá-los! Vamos lá! Valendoo! laughing

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    Motoqueiro ou Motociclista? undecided

    De acordo com o Dicionário Michaelis:

    Motoqueiro: Pessoa que conduz a moto.
    Motociclista: Pessoa que conduz uma motocicleta.

    Viu alguma diferença? É porque na realidade não existe.
    De qualquer forma, ficou convencionado que o motoqueiro é o mau condutor, que não segue as leis de trânsito e comete atos imprudentes; enquanto motociclistas são bons condutores, que andam conforme as normas de trânsito e não põem em risco a sua vida e a dos outros.

    Para sanar essas e outras dúvidas, preparamos um post para quem gosta de adrenalina sobre duas rodas. cool Vamos apresentar os Batedores da FAB, sua formação e onde atuam.

    Já viu alguma escolta? Presidencial, de autoridade ou outras? Então vem com a gente!

     

Nova Imagem Chegou a vez de falarmos do II Comando Aéreo Regional. Nessa publicação, você vai conhecer uma das histórias mais emblemáticas da Força Aérea Brasileira (FAB) e como essa unidade, tão estratégica, foi capaz de definir o destino da soberania nacional. Imperdível!

 

O que hoje é conhecido como Segundo Comando Aéreo Regional (II COMAR) nasceu, na verdade, como Segunda Zona Aérea, no dia 08 de dezembro de 1941. Foi somente na reforma administrativa de 1973 que a atual nomenclatura começou a ser utilizada.

No contexto de um conflito de dimensões intercontinentais – a II Grande Guerra – surgiu essa Zona Aérea, que se confundiu com a origem da própria FAB. Mas, apesar do pouco tempo de existência, possuía objetivos bem específicos e importantes: proteger e coordenar ações aéreas que envolvessem todo o território sob sua responsabilidade: O Nordeste brasileiro. Simplificando, desde então, é o II COMAR que exerce a representação do Comandante da Aeronáutica nos oito estados nordestinos: Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.

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Como se sabe, a Segunda Grande Guerra Mundial foi um dos momentos mais delicados da história contemporânea global. Ela transformou o nosso estratégico território nordestino em alvo da cobiça das principais nações envolvidas no conflito, como os beligerantes oponentes, a Alemanha e os Estados Unidos. Mas qual seria a verdadeira razão disso? A posição geográfica explica. O Nordeste brasileiro era o ponto do continente sul-americano mais próximo dos continentes africano e europeu, tendo, portanto, vital importância para o apoio às linhas marítimas e aéreas que ligavam os continentes.

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Tendo em vista que os aviões militares e comerciais utilizados à época não tinham autonomia para fazer uma travessia segura pelo hemisfério norte para os teatros de guerra no Sul da Europa, o nordeste brasileiro era visto como rota certa para o sucesso. Nesse cenário, a 2ª Zona Aérea, comandada, no período de 1941 a 1945, pelo Brigadeiro Eduardo Gomes, um dos maiores ícones da Aeronáutica até hoje, teve um papel de destacadas ações em defesa da soberania nacional. Foram criadas várias Bases Aéreas em todo o Nordeste para atender o planejamento de ocupação dos pontos estratégicos dessa região, como as Bases Aéreas de Fortaleza, Recife, Natal e Salvador – todas sob a jurisdição do Brigadeiro Eduardo Gomes.

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É, nesse sentido, que as Bases da 2ª Zona Aérea, representam um dos elementos de maior importância do envolvimento do Brasil naquela Grande Guerra. Foi o trabalho desenvolvido por elas que permitiu a travessia transatlântica segura das aeronaves e o combate aos submarinos do Eixo, que procuravam debilitar os corredores de suprimentos e de matéria-prima do Brasil para os Estados Unidos. Esse apoio foi tão determinante que a cidade de Natal – RN teve, em sua Base Aérea, um intenso movimento de aeronaves aliadas que aqui pousavam e seguiam com destino à África e ao Sul da Europa. Graças a isso, ficou conhecida como “O Trampolim da Vitória”.

Atualidade

Hoje, o II Comando Aéreo Regional segue com a mesma missão de proteger os céus do Nordeste. Distribuídos entre as Bases Aéreas de Natal, Recife e Salvador, a região é a casa de 06 Esquadrões da Força Aérea Brasileira.

Em Natal, tradicional berço da formação de novos pilotos, estão os caças A-29, do Esquadrão Joker, os helicópteros H-50, do Gavião e os C-95 Bandeirantes, do Rumba. Em Recife, sede desse COMAR, os Esquadrões Carcará e Pastor, comandam o R-95 (de Reconhecimento) e as aeronaves C-95 e C-95A, respectivamente. O Esquadrão Orungan, sediado em Salvador, termina a lista com a aviação de Patrulha.

Além dessas, outras dezenas de unidades do controle do tráfego aéreo, de defesa e de apoio aos militares completam as organizações da Força Aérea que trabalham diariamente pela Região Nordeste. É essa atuação responsável e de qualidade que transforma o II COMAR em uma das mais importantes unidades da Aeronáutica brasileira.

Saiba Mais

Se você é morador de Recife ou está apenas de passagem pela cidade, vale a pena conferir o Museu do II COMAR. As raízes históricas citadas aqui são lembradas e preservadas atualmente pelo Museu. Aberto a visitação de segunda a quinta, das 8h às 12 e de 13h30 às 17h. Às sextas-feiras, das 8h às 12h. Possui visitas guiadas e entrada gratuita. Seu acervo conta com exposições permanentes, além de maquetes de aeronaves, fotografias, documentos de valor histórico, condecorações, distintivos, equipamentos e instrumentos de voo, materiais bélicos, uniformes da FAB, dentre outros objetos. Conheça um pouco mais da história dos obstinados militares que lutaram pela pátria e contribuíram para a consolidação da, então recém-nascida, Força Aérea Brasileira.

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