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pilotoEntão pessoal, agora que vocês já conhecem como é a instrução dos cadetes da AFA a bordo da aeronave T-25, que tal irmos em frente e conhecermos a instrução avançada, a bordo do T-27, no 4° ano da Academia? Vamos lá?!!!

Como vimos no post inicial da formação do piloto, no 2° ano da AFA os cadetes têm a instrução básica, no T-25. A bordo da aeronave T-27, agora no 4º ano, os alunos passarão pela fase avançada e serão submetidos às mesmas fases de instrução da fase anterior: pré-solo, manobras e acrobacias, formatura e navegação. Porém, serão acrescidas ainda duas fases muito peculiares: instrumento e navegação instrumento (e é aí que o “bicho pega”).

 

Instrução de Voo

T-25 “Universal” da AFA.

t27

T-27 “Tucano” da AFA.

Especificações2

Tabela Comparativa T-27 / T-25

Voo capota (fase instrumento)

Um dos momentos mais marcantes na instrução avançada é quando o cadete faz o chamado voo capota.“Caramba, mas o que é isso?”. Então, assim que o aluno decola o seu avião, o IN (instrutor) solicita que o mesmo feche uma cortina de lona especialmente instalada para esse tipo de voo, sobre a nacele (cockpit) do aluno.

Dessa maneira, sem as referências visuais externas, o cadete fica obrigado a guiar a aeronave apenas pelos instrumentos disponíveis em seu painel (não se preocupem, o IN continua olhando para fora e mantendo total controle da aeronave no espaço).

Bom, após essa etapa, ao final da formação, a última fase é a navegação por instrumentos. Ao contrário da navegação no T-25, quando o aluno orientava-se totalmente pela sua percepção visual (mapa, bússola, relógio e terreno), agora ele orienta-se apenas pelos instrumentos da sua cabine (ou nacele), confiando nos dados que eles lhe transmitem. Dependerá da correta e eficaz interpretação desses equipamentos para manter seu voo, sua tripulação e passageiros em segurança.

A conquista do brevê

Ao concluir a formação no T-25, o aluno ganha o chamado lachet, que é, na verdade, a metade de um brevê (metade da formação, metade de um brevê, né?). Já o brevê, ele vai ganhar apenas dois anos depois, quando concluir a instrução avançada no T-27, bem como conquistar a AFA!.

Mas o que eles pensam e sentem, especificamente, durante essas instruções? Como é pilotar um avião pela primeira vez na vida? Confere aí.

“A emoção de voar solo é uma sensação que todos os homens deveriam sentir pelo menos uma vez na vida”. É com esta frase que o Cadete-Aviador João de Barro Monteiro Cavalcanti resume a sensação de seu primeiro voo solo a bordo da aeronave T-27. Quer saber mais? Acesse a matéria completa aqui!

A escolha da especialidade (da Aviação!)

Se perguntarem para vocês como é a formação de um piloto da FAB, vocês já estão aptos a responder. Mas não pára por aí, ao final do último ano da AFA será definida a aviação que cada um vai seguir (Caça, Transporte de Tropa, Patrulha Marítima, Reconhecimento Foto e Asas Rotativas (é o helicóptero)… Mas isso fica para um novo post, aguardem!!!

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