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dsc00584Após falar sobre a formação do piloto da FAB, área de saúde, engenharia e intendência, dedicamos este post especialmente pra você que gosta de adrenalina e situações de risco, e que faz disso a sua doutrina de vida… estamos falando da INFANTARIA.

E para isso nos deslocamos até a sede do Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (EAS ou PARASAR), na Base Aérea de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, a “Sentinela Alada do Pantanal”.

Muitos candidatos em época de concurso escolhem a Infantaria pelo contato que um dia tiveram com a rotina desses profissionais do EAS. Não foi diferente com o Primeiro Tenente Infante Filipe Abdias Careta de Souza, “O que me motivou a buscar a infantaria na AFA foi o PARASAR. Eu sabia que lá era o local onde estava reunido o pessoal da área da infantaria mais operacional”.

Tudo começa com a formação do cadete infante. Assim como o aviador e o intendente, o infante também passa quatro anos na AFA. Durante os dois primeiros anos, ele realiza diversas instruções: Salto de Emergência (não livre, mas enganchado a um cabo responsável pela abertura automática do paraquedas), Tiro Militar Básico (TMB), Navegação Terrestre (deslocamento no terreno utilizando apenas uma bússola e um mapa ou carta), Contra-Incêndio, Polícia e Estrutura Geral de Infantaria na FAB.

Podemos considerar os dois primeiros anos como um período básico. A coisa começa a “esquentar” a partir do terceiro. Deem uma olhada nesse vídeo exclusivo do treinamento dos cadetes infantes que a FAB TV acompanhou em Belo Horizonte. Diferente dos demais cadetes, que também saltaram de paraquedas e fizeram o TMB, o infante vai realizar outros saltos, só que agora armado e mochilado (adrenalina pura!). Tudo numa sequência lógica de instrução, ele salta e já sai em patrulha de combate no terreno (utilizando conhecimentos de navegação terrestre) para realizar um assalto. Assalto?!! Pois é, como se fosse um ataque planejado para realizar a tomada de um ponto ou instalação. Mas não para por aí, ainda temos um Estágio de Combatente de Montanha, quando colocarão em prática técnicas de escalada e montanhismo; além do Tiro Militar Avançado (TMA), balística e armamentos terrestres, recebendo a qualificação de instrutor (nessa instrução eles tem contato com todos os armamentos terrestres da FAB); e as Operações Helitransportadas.

Operações Helitransportadas

Durante essa fase da formação (as helitransportadas), os cadetes infantes aprenderão algumas técnicas bastante peculiares dessa carreira. Abaixo você confere maiores detalhes:

Rapel – descida por meio de corda, com freio

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Fast Rope – descida por meio de corda, sem freio

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Maguari – evacuação de pessoal de uma área específica, por meio de corda, sem que para isso o helicóptero precise pousar.

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Helo Cast – Desembarque sobre água com o helicóptero em movimento

E tudo isso acontece mochilado e armado!!!

E pra finalizar, ao final do 4° ano, chegou a hora de escolher qual é a a opção de carreira que você gostaria de seguir. Confere aí:
- Segurança e Defesa (operações policiais);
- Artilharia Antiaérea;
- Instrução e Doutrina; e
- Operações Especiais (PARASAR).

Gostou? Então fique ligado nos próximos posts e assine o nosso feed… Especial PARASAR!

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