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Para que outros possam viver!

AVIAÇÃO DE BUSCA E SALVAMENTO

DSC_0383©Johnson_BarrosVocê já deve ter acompanhado alguma ação de Busca e Salvamento conduzida pela Força Aérea Brasileira… Ou pelo menos já ouviu falar no assunto, não é mesmo? Se ainda não, fique tranquilo, esse post é para quem sabe muito, pouco ou nada sobre o sistema de Busca e Salvamento da FAB. No Dia da Aviação de Busca e Salvamento (26 de junho), você entende mais sobre a missão que marcou essa data, sobre os militares que atuam nesse campo e o que acontece quando aeronaves e embarcações sofrem algum acidente ou desaparecem. E, acredite, isso acontece com mais frequência do que se imagina… Dá só uma olhada! wink

30 anos da Base Aérea de Boa Vista no extremo Norte do país

16Fortalecer e marcar a presença de forma definitiva da Força Aérea Brasileira no interior da Amazônia e nas regiões de fronteiras. Foi com essa intenção que, no ano de 1983, surgiram as Bases Aéreas de Boa Vista (BABV) e Porto Velho. Quer saber mais? O post dessa semana é pra você!

II COMAR – Na defesa de uma das regiões mais estratégicas do Brasil

Nova Imagem Chegou a vez de falarmos do II Comando Aéreo Regional. Nessa publicação, você vai conhecer uma das histórias mais emblemáticas da Força Aérea Brasileira (FAB) e como essa unidade, tão estratégica, foi capaz de definir o destino da soberania nacional. Imperdível!

DIA DA INFANTARIA – Os Grupos de Artilharia Antiáerea de Autodefesa da FAB

1º GDAENa semana que antecede o Dia da Infantaria da Aeronáutica (11/12), o Força Aérea Blog embarca no mundo dos grupos de Artilharia Antiaérea de Autodefesa da FAB, ramo de atuação da Infantaria que, do solo, pode impedir possíveis ataques de aeronaves e engenhos aeroespaciais a pontos estratégicos do país. São conhecidos pelo nome dos cavaleiros mais famosos do cinema e das galáxias! Curioso? Venha com a gente nessa breve viagem…

BARREIRA DO INFERNO – O primeiro centro de lançamento de foguetes da América do Sul

21Você sabe qual é a primeira base de lançamento de foguetes da América do Sul, batizada com um nome curioso e que possui atrações que a estabelece no roteiro de moradores e turistas do Rio Grande do Norte? Conheça agora o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), que há quase 50 anos efetiva o Brasil no mapa mundial da ciência e tecnologia aeroespaciais.

O Esquadrão Pantera na Copa do Mundo de 2014

blackEntre as atribuições da Força Aérea Brasileira  está a manutenção da soberania nacional por meio da defesa do espaço aéreo brasileiro. Para cumprir essas missões, a FAB dispõe de esquadrões aéreos, que trabalham 24 h por dia na proteção dos 22 milhões de km2 que pertencem ao Brasil. Durante a Copa do Mundo de 2014 não foi diferente.

Enquanto as seleções disputavam as partidas da Copa, a nossa Força estava realizando um trabalho invisível, mas essencial para a defesa de um país e de seus visitantes. Para esse trabalho a mais que a FAB faz todos os dias, alguns esquadrões atuaram diretamente nos meses de junho e julho nas regiões dos estádios da Copa. Vamos conhecer agora o trabalho do Esquadrão Pantera, que fica em Santa Maria (RS) . Os H-60 Black Hawk do Pantera atuaram na defesa de todos que torciam nos estádios durante as partidas.  Está preparado?  “Oigalê Fera, PANTERA!”.

Cenipa: compromisso com a vida

Laboratório de Destroços permite o treinamento do futuro investigador.

Laboratório de Destroços permite o treinamento do futuro investigador.

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, o Cenipa, é a organização da Força Aérea Brasileira responsável por investigar os acidentes aeronáuticos ocorridos no Brasil, com aeronaves civis e militares.

Ele existe desde 1971 como órgão central do Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Sipaer) e tem sede em Brasília, Distrito Federal.

A atividade de investigação de acidentes aeronáuticos é regida pelo Anexo 13 da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) e tem o objetivo de prevenir acidentes. Esta é a diferença entre a investigação realizada pelo Cenipa e a investigação realizada pela autoridade policial: a finalidade.

Base Aérea de Porto Velho: há 30 anos guardiã da amazônia ocidental

agata 7 - 3Mesmo antes do famoso “discurso do Rio Amazonas”, em que  Getúlio Vargas anuncia mudanças na forma de pensar do Governo Federal sobre a Amazônia Ocidental, a Aeronáutica já participava do processo de integração e desenvolvimento das áreas inacessíveis, por meio das rotas do Correio Aéreo Nacional (CAN).

No ano seguinte à criação do Sétimo Comando Aéreo Regional (VII COMAR), em 1983, foram criadas as Bases de Boa Vista, em Roraima, e a de Porto Velho, em Rondônia. O post dessa semana fala das atividades da Base Aérea de Porto Velho. Vamos acompanhar?

BACG, a Força Aérea no coração do Brasil

Foto 8Localizada na região Centro-Oeste, em Mato Grosso do Sul, próxima as fronteiras com o Paraguai e Bolívia, a Base Aérea de Campo Grande (BACG) desempenha papel de grande importância para a Força Aérea Brasileira. Abrigando três Unidades Aéreas e o Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento, o PARA-SAR, transferido para a BACG em 2010, é considerada uma das mais importantes dentro da FAB.

Com um efetivo aproximado de 1.600 integrantes, entre militares e funcionários civis, ainda apoia administrativamente o Destacamento do Controle e Espaço Aéreo de Campo Grande (DTCEA-CG) e a Prefeitura de Aeronáutica, que administra 370 residências. Conheça a seguir um pouco da vida e da história da Sentinela Alada do Pantanal.

III COMAR – Um Comando Aéreo Regional de grandes proporções

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Feira de Profissões do Colégio Militar do Rio de Janeiro (CMRJ).

“Voar, combater, vencer! Terceiro COMAR, apoio e tradição!” é o grito de guerra do Terceiro Comando Aéreo Regional, organização militar que representa o Comando da Aeronáutica nos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.

Com 72 anos de existência, o III COMAR tem a particularidade de reunir em sua área de jurisdição 84 unidades da Força Aérea Brasileira (FAB) e 29,6% do efetivo. É o maior COMAR em termos de quantidade de unidades e efetivo, embora não o seja no que se refere à extensão territorial.

DCTA: a peça-chave do Programa Espacial Brasileiro

fpguetesueciaVocê sabia que o Brasil desenvolve foguetes de diversos tamanhos com bastante frequência? Sabia que, no território nacional, existem dois Centros de Lançamento, que são responsáveis por enviar esses engenhos aeroespaciais para o espaço? E que existem ainda diversas instituições que trabalham incansavelmente para permitir que esses foguetes cheguem ao destino e realizem os seus “voos” com o maior índice de acerto possível?

Se você, leitor do Força Aérea Blog, não sabia de tudo isso, permita-me apresentá-lo ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), organização do Comando da Aeronáutica, localizada em São José dos Campos (SP), que reúne a maioria das instituições responsáveis por executar o Programa Espacial Brasileiro.

UNIFA: O Centro de Pós-Formação Militar da Força Aérea Brasileira

10148570_793447737349870_742534535_oVocê sabia que a Força Aérea Brasileira (FAB) possui a única universidade militar na América Latina? E que nesta universidade é ministrado um Curso de Mestrado Profissional em Ciências Aeroespaciais com nota 4 na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)? Conheça no nosso post de hoje, a Universidade da Força Aérea Brasileira (UNIFA).

A UNIFA, localizada no centenário Campo dos Afonsos, no Rio de Janeiro, é o centro de pós-formação militar da Força Aérea Brasileira. É na UNIFA que é realizada a pesquisa e o desenvolvimento da Ciência Aeroespacial brasileira e, além disso, é onde os militares da FAB desenvolvem seus conhecimentos e se capacitam cultural e profissionalmente.

V COMAR – O Comando Aéreo Regional do Sul do Brasil

Sede atual

O Quinto Comando Aéreo Regional (V COMAR) é a organização militar responsável por representar a FAB nos Estados da Região Sul do Brasil: Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Sua sede atual fica em Canoas (RS), mas você sabia que a Unidade é ainda mais antiga do que o município? Aliás, a origem do V COMAR é mais antiga até mesmo que a criação da FAB!

De boinas azuis a falcões

formação

Uma das primeiras imagens captadas dos
primórdios da Equipe Boinas Azuis.

Foi em uma mesa de um bar em Guaratinguetá (SP) que foram traçados os primeiros passos da Equipe Boinas Azuis da Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR). O ano era 1968. Essa mesma equipe, anos depois, representaria a FAB em competições de paraquedismo… Mas com outro nome… Os boinas azuis foram os precursores da Equipe Falcões de Salto Livre!

Os criadores da equipe, os Sargentos Carréra, Vaz, Graf, Amorim e Geraldo tiveram várias ideias, como o nome, o uniforme branco e, por último, como seria a estratégia para conseguir o apoio do então comandante da EEAR. Os membros da equipe tinham apenas dois saltos cada um, a não ser o Sargento Enfermeiro Geraldo, mestre de salto que, transferido do Depósito de Aeronáutica do Rio de Janeiro (DARJ) em troca de um desenhista, iria completar a equipe. O objetivo inicial era ministrar instruções de abandono de aeronave para os futuros sargentos dentro do programa da Infantaria (coordenado pelo Tenente de Infantaria Araújo) mas, durante os anos, esta missão principal evoluiu. Vamos agora conhecer essa história?